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23 de maio de 2018

Nordestinos Paulistanos e BLACK+DECKER Ensina a Preparar Um Bolo de Abacaxi


BLACK+DECKER ENSINA A PREPARAR UM BOLO DE ABACAXI

Um bolo é sempre uma boa pedida a qualquer momento do dia, seja no café da manhã, no lanche da tarde ou até mesmo como opção de sobremesa. Para ajudar as pessoas que gostam de variar nas opções de sabores do doce, a equipe da BLACK+DECKER ensina a preparar um bolo de abacaxi. Confira como é fácil de fazer:

Ingredientes
1 ½ xicara de chá de farinha de trigo

1 colher de chá de fermento em pó

1 xícara de açúcar

1 pitada de sal

2 xícaras de chá de amido de milho

3 ovos

1 xícara de chá de óleo

1 xícara de chá de leite

Gotas de aroma de baunilha

½ lata de abacaxi em calda e em rodelas (200g)

50g de ameixas pretas sem sementes

Modo de preparo
Em uma vasilha, peneire e misture bem a farinha de trigo, o fermento em pó, o açúcar e o sal. Reserve. Na batedeira BLACK+DECKER, bata as claras em neve em ponto firme. Retire e reserve.

Na tigela da batedeira, coloque os ingredientes peneirados e reservados. Adicione o óleo, o leite e as gemas e bata a cada adição, até conseguir uma massa bem fofa. Retire a tigela da batedeira e junte as claras em neve e o aroma de baunilha. Mexa delicadamente.

Unte uma forma retangular grande com margarina e polvilhe com farinha de trigo. No fundo da forma, ajeite as rodelas de abacaxi e coloque as ameixas no meio. Despeje a massa na forma e leve para assar em forno preaquecido a 180°C, por cerca de 45 minutos.

Rendimento: 12 fatias

Tempo de preparo: 20 minutos + tempo de forno

Para mais informações sobre os produtos da marca, acesse:

www.blackedecker.com.br

https://www.facebook.com/BlackandDeckerBrasil

Carol Decresci
Assessora de Imprensa
Grupo Image
11 3392-3025 Ramal 203

22 de maio de 2018

Festival de Sopas e Caldos Do Grupo Panelão do Norte. Do dia 02 de maio a 31 de agosto.

Imagem:Panelão do Norte 
O Festival de sopas e caldos acontece do dia 02 de maio a 31 de agosto em duas unidades do Grupo Panelão do Norte – Unidade Penha e Unidade Anália Franco. A temporada já é tradição e aguardada com muita expectativa.

O cardápio do festival é rotativo e fica por conta da equipe da cozinha, que todos os dias selecionam em média dez sabores. Entre as opções estão:
· Caldo de quatro queijos

· Caldo de costela com mandioca

· Caldo de abóbora

· Caldo de baião

· Caldo de legumes

· Caldo de mandioquinha

· Caldo de mocotó

· Caldo de peixe

· Caldo de kenga

· Caldo verde

· Canja de galinha

· Creme de ervilha

· Creme de milho

· Creme de morango

· Creme de palmito

· Creme de alho poró

· Sopa de cebola

· Sopa de cebola com peixe

· Sopa de frango com mandioquinha e pimenta

· Sopa de mandioca com jabá

Acompanhamentos especiais:
· Ovo de codorna

· Pimenta biquinho

· Alho frito

· Cebolinha

· Salsinha

· Torradas

· Calabresa

· Queijo parmesão

· Bacon

· Cebola

· Orégano

Valor do festival R$29,99 por pessoa à vontade *exceto bebida e outras opções do cardápio.

A casa também recebe eventos, festas, aniversários e confraternizações - sob-reserva.

Na unidade Anália Franco “Espaço kids” com piscina de bolinha.

Uma carta com cachaças, cervejas artesanais, vinhos, drinks clássicos e criações especiais, refrigerantes e sucos.

Serviços:
Panelão do Norte Padre Cícero – Unidade Penha

Endereço: Rua Namaxi, 155 – Penha – São Paulo. SP.

Telefone: (11) 2647-7805

Horário de funcionamento para o Festival de Sopas e caldos:

- Segunda a sexta-feira das 19h às 23hs

- Domingo das 19hs às 23hs

Aceita todos os cartões

Não aceita cheques

Wi-Fi gratuito para clientes

250 lugares

Acesso para deficiente físico.

Redes sociais:

- Instagram e facebook @panelaopenha

Site: www.panelaodonorte.com.br



Panelão do Norte Padre Cícero – Unidade Anália Franco

Endereço: Av Abel Ferreira, 1106 – Anália Franco – São Paulo – SP.

Telefone: (11) 2673-8944

Horário de funcionamento para o Festival de Sopas: e caldos

- Terça a sexta-feira das 19h às 23hs

Aceita todos os cartões

Não aceita cheques

Wi-Fi gratuito para clientes

250 lugares

Espaço Kids

Acesso para deficiente físico.

- Instagram e facebook @panelaoanalia

Site: www.panelaodonorte.com.br



Carol Paoli 
Acessoria de Imprensa 
Tel. (11) 3807-5823
Cel. (11) 9 7404-7544  / (11) 9 8766-5058 / (21) 9 6928-6690

A Pedra do Ingá - Itacoatiaras na Paraíba

A Pedra do Ingá é um monumento arqueológico, identificado como "itacoatiara", constituído por um terreno rochoso que possui inscrições rupestres esculpidas em baixo-relevo, localizado no município brasileiro de Ingá no estado da Paraíba.

A origem do termo "Itacoatiara" vem do Tupi. É uma forma aportuguesada de "Ita", que quer dizer "pedra" e "kwatia", que significa "riscada" ou "pintada", isso porque os índios Cariris, quando indagados pelos colonizadores europeus sobre o que significavam os sinais inscritos na rocha, usaram esse termo para se referir aos mesmos.

A formação rochosa em gnaisse cobre uma área de cerca de 250 m². No seu conjunto principal, um paredão vertical de 50 metros de comprimento por 3 metros de altura, e nas áreas adjacentes, há inscrições cujos significados são desconhecidos. Neste conjunto estão talhadas em baixo relevo, figuras diversas, que sugerem a representação de animais, frutas, humanos e constelações como a de Órion

O Sítio arqueológico fica a 109 Km de João Pessoa e 38 Km de Campina Grande. O acesso ao município dá-se pela BR 230, onde há uma entrada para a PB 90, na qual após percorrer 4,5 Kms, chega-se ao núcleo urbano da cidade. Atravessando a avenida principal da cidade, percorre-se mais 5 Kms, por estrada asfaltada, até se chegar ao Sítio Arqueológico da Pedra do Ingá, onde há um prédio de apoio aos visitantes, com banheiros e instalações de um museu de História Natural, com vários fósseis e utensílios líticos, que foram encontrados na região onde hoje fica a cidade.

Utensílios líticos do Museu de História Natural do Sítio Arqueológico da Pedra do Ingá

O Sítio Arqueológico está numa área outrora privada, que foi doada ao Governo Federal brasileiro e posteriormente tombada como Monumento Nacional pelo extinto Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN) a 30 de novembro de 1944.
Fonte:wikipédia

21 de maio de 2018

O significado da palavra “NEGO” na bandeira da Paraíba


A palavra “NEGO” consta na bandeira da Paraíba para registrar um fato que aconteceu na década de 20/30, Em 1929, começou um processo de eleição para o novo presidente da república. Existia a chamada aliança café-com-leite, pela qual São Paulo e Minas se revezavam no exercício da Presidência da República.

Esse acordo era apoiado por Epitácio Pessoa. Washington Luiz rompeu o acordo e indicou como seu candidato à Presidência outro paulista, de nome Júlio Prestes, João Pessoa inconformada com tal atitude, NEGOU o apoio da Paraíba a candidatura de Prestes, apoiando a candidatura de Getúlio Vargas que era Gaucho.

João Pessoa teve coragem cívica de passar um telegrama ao Governo Federal negando qualquer tipo de apoio, daí o famoso NEGO, inserido na bandeira da Paraíba, num vermelho de sangue e preto de luto.

Resumindo: NEGO. Palavra dita por Epitácio Pessoa, governador da Paraíba, negando seu apoio a Washington Luiz em 1929.

Paulo Freire - Pernambucano Arretado

Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na África. Pelo mesmo motivo, sofreu a perseguição do regime militar no Brasil (1964-1985), sendo preso e forçado ao exílio.
O educador apresentou uma síntese inovadora das mais importantes correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico. Essa visão foi aliada ao talento como escritor que o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos.

A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.
A carreira no Brasil foi interrompida pelo golpe militar de 31 de março de 1964. Acusado de subversão, ele passou 72 dias na prisão e, em seguida, partiu para o exílio. No Chile, trabalhou por cinco anos no Instituto Chileno para a Reforma Agrária (ICIRA). Nesse período, escreveu o seu principal livro: Pedagogia do Oprimido (1968).
Em 1969, lecionou na Universidade de Harvard (Estados Unidos), e, na década de 1970, foi consultor do Conselho Mundial das Igrejas (CMI), em Genebra (Suíça). Nesse período, deu consultoria educacional a governos de países pobres, a maioria no continente africano, que viviam na época um processo de independência.

No final de 1971, Freire fez sua primeira visita a Zâmbia e Tanzânia. Em seguida, passou a ter uma participação mais significativa na educação de Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe. E também influenciou as experiências de Angola e Moçambique.
Em 1980, depois de 16 anos de exílio, retornou ao Brasil, onde escreveu dois livros tidos como fundamentais em sua obra: Pedagogia da Esperança (1992) e À Sombra desta Mangueira (1995). Lecionou na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Em 1989, foi secretário de Educação no Município de São Paulo, sob a prefeitura de Luíza Erundina.

Freire teve cinco filhos com a professora primária Elza Maia Costa Oliveira. Após a morte de sua primeira mulher, casou-se com uma ex-aluna, Ana Maria Araújo Freire. Com ela viveu até morrer, vítima de infarto, em São Paulo.
Doutor Honoris Causa por 27 universidades, Freire recebeu prêmios como: Educação para a Paz (das Nações Unidas, 1986) e Educador dos Continentes (da Organização dos Estados Americanos, 1992).

Paulo Freire(Educador brasileiro)
19/9/1921, Recife (PE)
02/05/1997, São Paulo (SP)
Fonte: http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_377.html


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