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23 de junho de 2018

Pife de Taboca Utilizado pelos Caboclos Nordestinos

Zé do Pífano e o Pife do Nordeste brasileiro
O pife brasileiro, mais conhecido regionalmente como pífano, é uma adaptação nativa, com influência indígena, das flautas populares europeias. Feita de taboca como as flautas indígenas, o pife brasileiro é utilizado pelos caboclos nordestinos para cerimônias religiosas e festas. Outros nomes para o pife são taboca e pífaro.

Porém, assim como toda manifestação cultural do Brasil, a cultura do pife é resultado da influência de várias culturas. As flautas indígenas adaptaram-se à chegada da música europeia e passaram a ser feitas com os mesmos furos dos pífaros das bandas militares da Europa. Mais tarde, as bandas de pífanos do Brasil passaram a apresentar influência africana, adotando um som mais percussivo ainda.

Essas tradições foram absorvidas e adaptadas pelos homens do interior do Brasil para sua cultura e o pife tornou-se um instrumento comum, utilizado para animar toda e qualquer festividade, inclusive eventos sacros como novenas. As festas e a música feita por esse tipo de banda constitui, junto com outras manifestações, o embrião de gêneros musicais ligados ao forró.

É notável, porém, que a disposição dos furos do pife brasileiro veio dos pífaros da Europa medieval. Uniformizando no território brasileiro a técnica de se fazer flautas populares.
Bandas de Pífanos

São conhecidas também, dependendo da região, como carapeba, terno de pífanos, cabaçal ou esquenta-muié. Tais bandas são uma marca da cultura nordestina, sendo representadas nas artes figurativas típicas e nas xilogravural de cordel. A tradição também se encontra fora do nordeste, como no estado de Goiás, onde as bandas são chamadas de banda de couros.

A formação mais comum utiliza zabumba, caixa (ou caixa de guerra ou tarol), prato e dois pifes (comumente tocados em terças. Esse intervalo parece ser mais uma herança indígena, visto que ocorre também a distância tonal de terças nas vozes na música caipira e em outros países como Paraguai e México).

Nas típicas bandas de pífanos nenhum instrumento encarrega-se da harmonia. Permanecendo apenas a melodia e o ritmo, criando uma sonoridade exótica.

Utiliza-se também a formação típica do forró pé-de-serra: sanfona, triângulo, zabumba e pife.
Atualmente 
Os pifeiros mais famosos são: Zabé da Loca (PB), João do Pife & Banda Dois Irmãos, Zé do Pífano (PE), Banda de Pífanos de Caruaru, Chau do Pife (AL) e Alfredo Miranda de Viçosa do Ceará, CE.

O interesse pelo belo e exótico som vêm crescendo. O renomado multi-instrumentista Carlos Malta modernizou as bandas de pífanos com seu trabalho "Pife Muderno" e o tradicional pifeiro João do Pife, apesar de pouco comentado na mídia, já esteve em 27 países. Muitos artesãos utilizam também canos de pvc e alumínio para fazer pífanos.

Fonte:Pesquisa realizada  http://pt.wikipedia.org

22 de junho de 2018

Eta lasqueira:Os nomes das doenças nordestina


Porque o nordestino é criativo, pra tudo no mundo inventa uma explicação e um nome. Com as doenças não é diferente. Pode ser a unhazinha encravada ou um sopro no coração, logo se arranja um nome pra batizar a mazela.

Água nas junta
Algueiro
Alôjo
Antójo (enjôo durante a gravidez)
Astrose e astrite
Barriga farosa
Berruga (verruga)
Bicheira
Bicho de pé

Bicho de porco Bico de papagaio (desvio na coluna)
Ficar de Bode (ficar chateado)
Ficar de Boi (ficar menstruada)
Boqueira (herpes)
Bucho quebrado
Cachingar (mancar)
Caduquice (esclerose)
Calo seco
Calombo
Campanhia caída
Cansaço no coração
Carne triada
Cesão

Chaboque do joelho arrancado
Cobreiro de pé (bolhas com coceira)
Corpo muído
Corpo reimoso
Curuba (ferida)
Dentiquêro
Desenchavido
Difruço (resfriado)
Difuluço
Doença dos nervo
Dor de viado
Dor na junta
Dor nas cadeira

Dor nas costas que responde na perna
Dor nas cruz
Dor no espinhaço (dor na coluna)
Dor no estambo (qualquer tipo de dor na barriga)
Dor no mucumbú
Dor no pé da barriga
Dor nos brugumi

Dor nos quartos (dor na parte lombar)
Dordói (conjuntivite)
Dormência numa banda do corpo
Empachado (cheio de fezes)
Entojo
Esmorecimento no corpo
Espinha carnal
Esporão de galo
Esquentamento
Estalicido (coriza)
Estopor
Farnizim
Fastio
Fervião no corpo
Fígado ofendido
Fininha (diarréia)
Fraco dos nervo
Frieira (micose nos pés)
Gastura
Gôgo

Gôto inflamado (quando a comida cai no gôto)
Impinge (micose na pele)
Infraquicida
Íngua
Inquizila
Intalo
Intanguida
Intupido (passar dias sem defecar)
Iscuricimento de vista (tontura)
Ispinhela caída
Juêi dismantelado
Juízo incriziado

Landra inchada (gânglios inchados)
Lundu
Mãe do corpo do lado de fora
Mal jeito no espinhaço (dor na coluna)
Maria preta
Môco
Moleira mole
Mondrongo
Morgado (desanimado)
Mucuim
Mufumba
Murrinha
Nervo torto
Nó nas tripa
Nuvem branca

Olho de peixe (verruga na planta do pé)
Ombro dismintido
Os quarto arriado
Pá quebrada
Pano branco
Papeira
Papêra (Caxumba)
Papoca no pé
Papoquinha
Passamento (desmaio)
Pé dismintido (pé torcido)
Pé durmente (pé inflamado)
Pé inchado (pé inflamado)
Pereba (ferida)
Pilôra (desmaio)
Pira
Pito frouxo

Quarta venerea
Quebranto (mau olhado)
Queima no estombo
Remela no zói (olho sujo)
Resguardo
Ruçara
Sapinho (aftas na lingua)
Sapiranga nos ói
Sete couro
Solitária
Tirissa
Tisga
Tísico

Tosse de cachorro (tosse seca)
Treiçó
Unha fofa
Unheiro
Vazamento pelo pito (diarréia)
Vêia quebrada
Vento caído
Vermêia
Vista cansada
Xanha (coçeira nos pêlos pubianos)
Zaróio (vesgo)
Zóio nuviado
Zôvo gôro
Zôvo virado

Deixe um comentário se conhece alguma que não citei nessa lista ou o significado das que estão faltando.

21 de junho de 2018

Aconteceu em São Paulo : Forró das Minas Faz Show na Vitrine da Dança no Coração de São Paulo



A mulherada vem conquistando cada vez mais o mundo do forró e para animar a galera na Vitrine da Dança no Centro de São Paulo nada mais nada menos do que o Forró das Minas e Nanda Guedes. Foi uma noite repleta de músicas boas e muita energia positiva.



As Minas do Forró conquistando seu espaço no mundo do forró



Me Leva Que Eu Vou com Nanda Guedes e Forró Das Minas 



Com muito talento elas vêm conquistando o coração da galera forrozeira


''O nosso projeto é amplo e visa estimular e fomentar a mulherada a conquistar cada vez mais seu espaço no cenário do Forró."


"Somos um coletivo formado para fomentar, fortalecer, promover e contribuir com a representatividade das mulheres no forró."

                   

18 de junho de 2018

A FESTA JUNINA MAIS BRILHANTE DE SÃO PAULO Sábado,23 de Junho das 22 ás 5 da manhã


A FESTA JUNINA MAIS BRILHANTE DE SÃO PAULO 
Sábado,23 de Junho das 22 ás 5 da manhã 
Local:Brilho da Lua Eventos Av. Celso Garcia, 1277 - Belenzinho

ATRAÇÕES:
Carneiro do Acordeon,Fatel Barbosa,Trio Raça do Pajeú,Dantas do Forró,Robson Baza,Cicero dos Teclados de Assaré,Romero Silva e Lucas Santos.
INFORMAÇÕES:(11)3120-4765/ 2693-7044
REALIZAÇÃO: LW Pintando o Sete E Espalha Brasa e animação fica por conta do Luiz Wilson o Poeta Forrozeiro

Quebra queixo e cocada, cocada e quebra queixo!!!Conheça a História do Zezinho Doceiro Lá Do Agreste Pernambucano



Quebra queixo e cocada, cocada e quebra queixo!!!
Essa é a frase mais famosa de seu Zezinho Doceiro que de longe já anuncia que tá chegando na sua bicicleta trazendo a alegria da criançada e de quem espera ele passar na rua com seu famoso doce.

Zezinho é natural de Cupira cidade do Agreste de Pernambuco localizada a 180 km de Recife.

Já são mais de 23 anos fazendo o quebra queixo, aprendeu a fazer sozinho e desde então vive da venda desse doce que é tão tradicional no Nordeste.

Todos os dias sai de casa para vender nas cidades vizinhas percorrendo longas distâncias para levar alegria as pessoas e mesmo nas dificuldades se sente feliz porque faz o que mais ama e se sente realizado.

Ela conta que criou os filhos com a venda do produto é até hoje nunca pensou em parar.
Zezinho Doceiro 



Seu Zezinho cada dia vai para uma cidade diferente, Agrestina, Panelas, Altinho e Quipapá são alguns municípios visitados por ele e sua fiel companheira a bicicleta, vai para zona rural também vender o doce, mas volta pra casa cheio de alegria por ter vendido o famoso quebra queixo do Zezinho Doceiro.
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