22 de maio de 2013

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Açude Velho


Brasão do Município 

mercado central centro Campina Grande

cozinha comunitária Campina Grande

bairro do catolé Campina Grande

centro de Campina Grande

avenida canal Campina Grande

paroquia de mote castelo Campina Grande

viaduto da avenida canal Campina Grande

31 bimtz, Por dhflhds

Shopping popular Edson Diniz

Teatro Severino Cabral


HISTÓRIA DA CIDADE
Existe uma série de afirmações em torno da origem da data de criação de Campina Grande. Fala-se que o povoado teria sido criado por Teodósio de Oliveira Lêdo, capitão-mor dos Sertões, em 1º de dezembro de 1697. Alguns historiadores falam que a partir de um aldeamento dos Índios Ariús, escravizados da região das Piranhas e Piancó, no “sítio da Campina Grande” foram se fixando nas proximidades do Riacho das Piabas, n o sítio das barrocas, onde se formou a primeira rua com casas de taipas, que se chamou mais tarde, Rua Oriente. Hoje conhecida por Vila Nova da Rainha. 

Outros historiadores não concordam com esta versão, sugerindo que o local já era povoado com o nome de Campina Grande na chegada de Teodósio com os Ariús. O Capitão-mor teria feito, nesta última versão, a consolidação do povoado e seu desenvolvimento, integrando o Sertão com o Litoral , levando em consideração que o posicionamento geográfico de Campina Grande é privilegiado, sendo passagem dos viajantes do oeste para o litoral paraibano. 

Em 1699 o aldeamento dos Ariús realizado por Teodósio de Oliveira Ledo, foi citado em uma carta do Capitão-mor ao rei de Portugal, dando a partir de então uma importância política ao povoado que agora passa a ser conhecido formalmente. 

A Avenida Marechal Floriano Peixoto, hoje conhecida como uma das ruas mais importantes da cidade, também teve sua origem ligada a da Catedral de Nossa Senhora da Conceição. Com a construção da Igreja no alto da rua foram se originando várias casas a seus arredores, dando início ao que chamamos de Centro da cidade hoje. 

A categoria de Vila só lhe foi concebida em 1790 quando passou a ser chamada de Vila Nova da Rainha, em 6 de abril . A partir de então, a vila passa a ter Câmara Municipal, Cartório, Pelourinho e pouco mais de 100 casas. Tudo ocorreu devido ao progresso comercial que havia obtido. Quando o povoado de Campina Grande surgiu, poucos locais populosos existiam na Paraíba, a exemplo: Alhandra e Jacoca, Baía da Traição e Cabedelo, no litoral; Monte-mor, Taipu e Pilar, na região da Várzea; Boqueirão, no Cariri Piranhas, e Piancó, no Sertão. 

O nome Vila Nova da Rainha não era muito usado pelos habitantes que continuaram a chamar o lugar de Campina Grande, e só se reconhecia o termo em textos oficiais e formais. 

Com o cultivo do algodão na economia regional, que se fortaleceu pelas rotas e estradas utilizadas na época, a Vila Nova da Rainha logo se desenvolveu, passou a possuir a maior feira de gado da Paraíba, porém era feira de Cereais a principal economia local da época. 

Onde hoje funciona o Museu Histórico e Geográfico, na Avenida Floriano Peixoto, funcionava a Cadeia de Campina Grande que foi construída em 1814, no largo da Matriz. Logo transferida do prédio do museu para onde hoje funciona o supermercado Bompreço do Centro. A construção do Açude Velho foi iniciada em 1829, a barragem feita sobre o riacho das Piabas. 

Com a Lei Provincial nº 137, em 11 de outubro de 1864 . Campina Grande é emancipada Cidade. Naquela época, tinha três largos, quatro ruas e cerca de 300 casas. Possuia, ainda, duas igrejas: a da Matriz (hoje a Catedral) e a do Rosário, que existe até hoje com o mesmo nome localizada no bairro da Prata. Possuia também uma cadeia e uma Câmara Municipal, entre outras contruções. 

Campina tinha nessa época um desenvolvimento comercial muito grande, mas o aspecto urbano ainda se apresentava muito pobre, tendo apenas os prédios da Cadeia Nova, da Casa de Caridade, do Grêmio de Instrução e o Paço Municipal. Em relação a casas residencias, muitas foram construídas e no fim do século XIX a cidade já tinha cerca de 500 unidades. 

O mercado público foi construído em 1864. Inicialmente teve vários nomes: Largo do Comércio Novo, Praça da Uruguaiana, Praça das Gameleiras, Praça da Independência e, por fim, Praça Epitácio Pessoa. No ano de 1870 uma Lei Provincial nº 381 proibia que se fizesse banhos ou lavagem de roupas e de animais no Açude Novo e a realização de vaquejadas nas ruas da cidade. 

Podemos destacar como desenvolvimento urbano, no final do século XIX, a construção do Paço Municipal do lado direito da atual Catedral em 25 de março de 1877, a construção do primeiro sobrado da cidade e o surgimento das primeiras residencias no bairro de São José e nas ruas da Lapa atualmente chamada de 15 de Novembro, além de Emboca e Serrotão hoje Peregrino de Carvalho. 

No início do século XX, com a vinda da ferrovia para a cidade, sendo o trêm um transporte barato e de grande escala, um maior número de mercadorias pôde ser transportada mudando significativamente a economia local. 

A Câmara Municipal foi formalizada através da Carta de Lei de 25 de março de 1824, de Dom Pedro I. As atribuições eram de governo, com poderes legislativo e executivo, confirmadas em 1º de outubro de 1827, pela Lei Orgânica do Império. 

A presidência da Câmara era exercida pelo vereador mais votado. A eleição era realizada entre os chamados “cidadãos ativos”, reunidos em assembléia no prédio da Igreja Matriz. Em julho 1829 foi instalada a primeira agência postal da cidade.

Significado do Nome

Aniversário da Cidade

CARACTERÍSTICAS 

O pólo de Informática registrou um crescimento de mais de 80% nos últimos cinco anos. Além da Informática o setor têxtil de produção do algodão colorido, considerada uma mercadoria ecologicamente correta, pois dispensa qualquer tingimento, está sendo exportada, resgatando também a cultura algodoeira da região. 

As grandes indústrias do setor de Mineração estão instaladas em Campina Grande , essa atividade tem considerável importância, são produzidas 250mil toneladas, por ano, notadamente do mineral bentonita, que transforma a região num dos cinco maiores produtores mundiais do minério. 

Na agricultura destaca-se o algodão herbácio, o feijão, a mandioca, o milho, o sisal e outros produtos hortifrutigranjeiros, produzindo aproximadamente seis mil toneladas desses alimentos. Também há um considerável crescimento na produção e comercialização de animais bovinos, suínos, caprinos/ovinos e eqüinos. Na pecuária destaca-se a cultura de gado leiteiro, a primeira usina de pausterização do município foi inaugurada em 1934.

Clima 

Temperatura Média

24,6º C 

COMO CHEGAR 

Localização

Agreste Paraibano 

Limites

Fagundes (18 km), Queimadas (15 km), Caturité (30km), Boqueirão (40 km), Boa Vista (42,5 km), Pocinhos (27 km), Puxinanã (13 km), Massaranduba (10,5 km), Riachão do Bacamarte (21 km), Ingá (30 km), Itatuba (34 km) e Lagoa Se.

Acesso Rodoviário

Distâncias

120 km da Capital 

TURISMO

Principais Pontos Turísticos

Feira Central de Campina Grande 

É uma das maiores do Nordeste, funcionando todos os dias, é conhecida nacionalmente pela sua dimensão e diversidade de produtos, são comercializados todos os bens necessários à população urbana e rural. Desde alimentos, produtos agropecuários, até móveis e utensílios domésticos, vestuários, calçados e ferramentas . Além da feira Central, a cidade conta ainda com a feira no bairro da Prata, no bairro da Liberdade, o mercado público do bairro das Malvinas e pequenas feiras nos bairros do Jeremias, Presidente Médice e Bodocongó. Funcionando ainda na Pirâmide do Parque do Povo, todas as sextas-feiras, a Feagro, que reuni produtores de toda região para comercializar alimentos produzidos no Compartimento da Borborema. 

Teatro Municipal Severino Cabral

Em 1963 a cidade recebeu o moderno Teatro Municipal “Severino Cabral”, com ampla infraestrutura o que já lhe possibilitou apresentar grandes espetáculos. A cidade também conta com o mini Teatro “Paulo Pontes” e o Teatro “Elba Ramalho”. 

Centro Cultural de Campina Grande 

Foi construído em 1982, situado próximo ao Parque do Povo no centro da cidade, oferece aos campinenses vários cursos ligados a arte contemporânea. É uma verdadeira escola de novos talentos, na dança, na pintura e na música. 

O Artesanato

É composto por trabalhos muito diversificados e de boa qualidade, passado de geração para geração, é exportado principalmente para Europa. Destacam-se os trabalhos em estopa e bonecas de pano, trabalhos em madeira, com corda, crochê, ponto cruz, bichos em areia e licores, argila e barro, em jornal e até enxovais de bebê. 

Museu de Artes Assis Chateaubriand

O rico acervo cultural e histórico de Campina Grande são guardados nos vários museus que estão distribuídos pela cidade. Criado em 1967 o Museu de Artes “Assis Chateaubriand” é um deles, dispondo em seu acervo obras de renomados artistas plásticos, possui ainda atividades com Exposições, cursos, oficinas e pesquisas. Constando 474 obras de Arte, Arquivo e Material Bibliográfico. 

Museu do Algodão

Localizado na Estação Velha, guarda um arquivo de peças e aspectos importantes de um dos consagrados ciclos econômicos que foi a economia do algodão. 

Museu Luiz Gonzaga

O desenvolvimento histórico, social e cultural da cidade é conservado no Museu Histórico e Geográfico. A cidade ainda conta com o Museu Luiz Gonzaga, onde é guardado parte do acervo do “Rei do Baião”, quem mais soube expressar o sentimento da alma nordestina. E com o Museu Padre Cícero, localizado no bairro do José Pinheiro, reúne aspectos da fé e da cultura popular dessa devoção nordestina.

EVENTOS

- Campina Grande atua na região Nordeste, como pólo da mais pura arte nordestina, promove eventos como o Festival de Inverno, Festival de Violeiros, vaquejadas, sendo sua maior festa popular o Maior São João do Mundo. Cantadores de coco, poetas populares, quadrilhas juninas, tudo isso faz de Campina um verdadeiro celeiro de artistas do povo. 

- As atividades folclóricas acontecem no município durante muito tempo. As chamadas corridas de argolinhas que aconteciam no bairro de José Pinheiro. Já no bairro de São José foi apresentado por muito tempo o mamulengo. Uma outra tradição é a apresentação do pastoril durante os festejos natalinos em várias regiões do município. 

- Outras referências folclóricas também se evidenciam no Coco-de-Embolada, na Ciranda e nas Bandas de Pífano, estas últimas possuem instrumentos fabricados artesanalmente. 

Abril

O carnaval fora de época da cidade também é outro destaque no roteiro turístico. Chamado de MICARANDE é promovido todos os anos no mês de abril, durante quatro dias, organizado pela Prefeitura Municipal e pela a iniciativa privada. 

A Micarande teve início no feriado de 21 de abril de 1989, e a cada ano o evento se torna maior reunindo pessoas de todo país e trazendo a Campina Grande, grandes astros da música baiana.

Durante o evento também são realizados shows de forró, fazendo uma prévia ao Maior São João do Mundo. O carnaval fora de época é considerado um dos maiores do país.

Junho

- O Maior São João do Mundo é considerado a maior festa popular do interior do país, realizado, nos 30 dias do mês no Parque do Povo, em um espaço de 42 mil metros, aonde os forrozeiros vindo de várias partes do Brasil podem dançar 500 horas do mais autêntico forró. Misturando xote, xaxado e baião, reuni milhares de pessoas, que dançam ao som do triângulo, da zabumba e da sanfona. 

Durante os 30 dias de forró quem for ao Maior São do Mundo, poderá assistir a grandes shows com artistas de renome nacional e artistas locais. As mais variadas manifestações folclóricas, merecendo destaque o forró pé-de-serra, as comidas típicas, as quadrilhas juninas e o trem forroviário, também fazem parte do cenário da festa.

Setembro 

Prefeitura Municipal também promove o Congresso de Violeiros, onde cada repentista tem a oportunidade de mostrar seu talento com os versos e a viola. O evento acontece no Teatro Municipal. 

Dezembro

Recentemente um outro evento iniciado em dezembro, também já está consagrado, é o Natal dos Sonhos, uma iniciativa da Prefeitura Municipal, que proporciona aos campinenses uma programação direcionada para o tema natalino onde são realizados espetáculos teatrais como o Alto de Natal e em vários pontos da cidade acontecem shows e cantatas natalinas. A cidade também ganha uma decoração especial com temas natalinos e religiosos.

Informações Úteis 

Prefeitura Municipal de Campina Grande.

pm.campina@famup.com.br 

(83) 3310-6233 / 6230 - Fax: (83) 3310-6238 



Hospital - Fone: 3310-9200


Rodoviária - Fone: 3337-3001
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