20 de março de 2013

É original do município de Amarante. Os negros da beira do rio Canindé, para afugentar o sono nas noites de luar, costumam dançar imitando o trote da um cavalo manco. Cavalheiros e damas, aos pares, formam um circulo e vão trotando alegremente, ora bem compassado, batendo firme no chão, com o pé esquerdo, ora apressado, sempre trocando os pares. Seguern o enredo do canto, que diz: 

Ora o meu cavalo é piancó
Ora o meu cavalo é píancó
Ora o meu cavalo é piancó
Bonito pra vadiar
Cavaleiro troca o par.

Ele corre, corre elegante
Ele corre, corre elegante
Ele corre, corre elegante
Ne estrada de Amarante - bis.

Ele corre, corre e bate o pé
Ele corre, corre e bate o pé
Ele corre, corre e bate o pé
Vai parar no Canindé - bis.

Upa, upe, upa cavalinho
Upa, upa, upa cavalinho
Upa, upa, upa cavalinho
Continua a galopar - bis.

Os versos podem ser improvisados e os pares cansados são substituídos por outros. 
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