7 de março de 2013

Josué Gonçalves de Araujo
Ed .Luzeiro
“Na noite mais escura, a tempestade traz à porta de João Simões um estranho viajante. Seu alforje esconde uma amarelada pele de novilha. Pela manhã, depois do café, com voz grave olhar perdido no horizonte, o peregrino inicia a história daquela pele e fala da maldição que o persegue há muitos anos. Uma narrativa surpreendente.” Palavras do Professor Aderaldo Luciano Doutorado em Literatura com tese em cordel.
Dessa forma eu começo a minha narrativa:
Bem assim, que me contaram,
O que eu conto e reconto.
Se é verdade, eu não sei!
Pois quem conta, aumenta um ponto.
E a tendência da história
É crescer, de conto em conto.

Numa noite muito escura,
Entre raios e trovões,
Um homem bateu à porta
Da casa de João Simões,
Que, apesar da noite alta,
Acolheu-o sem sermões.

Proveu-lhe um bom jantar
Oferecendo-lhe pousada,
Quando foi pela manhã,
Serviu-lhe boa coalhada.
Como bom anfitrião,
Não mostrou cara amarrada!

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